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Até 19 de fevereiro. 
No Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava. 
Com o propósito de preservar e salvaguardar este precioso testemunho do nosso património cultural, esta coleção foi adquirida pelo Governo Regional para integrar e enriquecer as coleções do Museu Etnográfico da Madeira.
Restaurada e incorporada no seu acervo, passou a integrar, em 2021, o percurso de exposição do museu, enriquecendo-o, mas é aberta ao público, apenas nesta época, proporcionando a todos os visitantes, em especial aos madeirenses, a visita a um dos presépios mais afamados da Ilha, retomando este ritual da nossa Festa, a “visita às lapinhas”, que fez parte da tradição das gerações que nos antecederam e que nos identifica culturalmente.
A Lapinha do Caseiro foi um dos mais célebres presépios da Ilha, mantendo-se durante décadas como uma das grandes atrações do Natal madeirense.
Francisco Ferreira, o “Caseiro”, nasceu na freguesia do Monte a 11 de outubro de 1848. Era conhecido por “Caseiro” por ser antigo colono do Monte, zelando por terrenos pertencentes às religiosas do Convento de Santa Clara.
Artista autodidata, cedo demonstrou aptidão para talhar a madeira, esculpindo desde os seus 14 anos e tornando-se santeiro de profissão.
Foi autor de inúmeras imagens que se mantêm na Ilha, na posse de familiares, de particulares e dispersas por algumas igrejas (de Nossa Senhora do Monte, de Santo António, no Funchal e da Tabua, na Ribeira Brava). 
Francisco Ferreira, o “Caseiro”, nasceu na freguesia do Monte a 11 de outubro de 1848. Era conhecido por “Caseiro” por ser antigo colono do Monte, zelando por terrenos pertencentes às religiosas do Convento de Santa Clara.
Artista autodidata, cedo demonstrou aptidão para talhar a madeira, esculpindo desde os seus 14 anos e tornando-se santeiro de profissão.
Foi autor de inúmeras imagens que se mantêm na Ilha, na posse de familiares, de particulares e dispersas por algumas igrejas (de Nossa Senhora do Monte, de Santo António, no Funchal e da Tabua, na Ribeira Brava). 
Outras perderam-se, possivelmente levadas para longe por emigrantes devotos.
Para além de inúmeras figuras de Jesus Menino, de Cristo adulto, realizou também outros santos: Nossa Senhora da Piedade, a Virgem do Calvário, Nossa Senhora da Conceição, São João Baptista, São Francisco de Assis e Santo António.
Mas a obra da sua vida foi, de facto, o presépio. Iniciado na sua juventude, nele trabalhou até morrer, em 1931, tinha então 82 anos. Este conjunto narra o longo percurso deste artesão, testemunhando toda a sua evolução e a sua cada vez maior aptidão para talhar a madeira.
Entrada livre.

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