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Dia 23 de março | 10h30. 
No MUDAS.Museu de Arte Contemporânea da Madeira, Calheta. 
No dia 20 de março, a noite e o dia igualam a sua duração e dá-se início à primavera, estação em que a duração diária da luz do sol vai aumentando até o solstício de verão. A luz vai variando assim a sua presença no decorrer dos dias. É na presença deste elemento luz que a ausência de luz se revela: a sombra. A luz é um elemento recorrente e muito importante na vasta obra de Lourdes Castro. As suas sombras resultam da presença da luz.
Nesta visita-oficina o museu leva os participantes a conhecerem obras da artista onde a luz faz revelar formas. Posteriormente os participantes terão a possibilidade de experimentarem a cianotipia, um processo próximo à heliografia explorado pela artista.
A primeira heliografia data de 1826 e foi conseguida por Joseph Nicéphore Niépce com uma exposição solar de 8 horas. A fotografia, desde então, evoluiu (processos e materiais) até a era digital. Lourdes de Castro, no verão de 1972, muito longe ainda da fotografia digital, fixou as sombras de cerca de 100 espécies botânicas endémicas da Ilha da Madeira em papel heliográfico diretamente expostas à luz do sol, no “Grande herbário de sombras “.
A cianotipia é um processo de impressão fotográfica em tons azuis, que utiliza Citrato de amônio férrico e ferricianeto de potássio para produzir uma imagem em ciano. Descoberto em 1842 pela botânica e fotógrafa inglesa Anna Atkins e pelo cientista e astrônomo inglês Sir John Herschel.
Público alvo: Público em geral e famílias com crianças a partir dos 6 anos - limitado a 20 participantes por oficina.
Inscrições através do telefone 291 820 900 ou pelo e-mail:
Atividade gratuita.

 

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