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Eduardo Batarda nasceu em Coimbra em 1943, cidade onde entre 1960 e 1963 estudou Medicina. Viria a trocar este curso pelo de Pintura, que concluiu na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (1963-1968). Nas palavras do próprio, “no Verão de 1963 inscrevi-me e fiz o exame de admissão às Belas-Artes de Lisboa. (...), nunca tinha tocado num pincel a não ser nos de aguarela e, uns dias antes das provas, que eram um desenho de estátua (gesso, carvão) e mais nada, um senhor contínuo deu-me para a mão os cartões de visita de uns mestres que nos preparavam. Com cinco dias de prática intensa e desidratante em águas-furtadas debaixo do sol de Julho, com dois mestres diferentes, sentei-me no exame, entre a Ana Jotta e o Gaëtan. Fomos os três admitidos.”
Entre 1971 e 1974, ruma para Londres com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para estudar na Royal College of Art. No ambiente londrino é influenciado pela pop inglesa, pela BD e por alguma ilustração. Desse refere recordar que viu “coisas impossíveis de ver ou imaginar em Portugal. Suponho que fui a todas as maiores e a todas as de segunda que houve em Londres, nos anos em que lá estive. É evidente que isso é parte integrante e principal da minha formação.”
Regressa, depois a Portugal onde foi professor na Escola Superior de Belas Artes do Porto. Fez crítica de arte e foi autor dos textos que acompanharam as suas exposições. Galardoado com vários prémios, está representado em importantes coleções portuguesas, incluindo a coleção do MUDAS.Museu com “Hispania Romana I”.

Créditos: MUDAS. Museu de Arte Contemporânea da Madeira

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