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Nasceu em Évora em 1946. Foi um autodidata, revelando muito cedo o gosto pela experimentação no campo das artes Plásticas. Com apenas 18 anos, realizou a sua primeira exposição individual na Galeria 111.
Nos primeiros anos do seu percurso, António Palolo expos consecutivamente em 1964, 1966 e1973, na Galeria 111 (Lisboa), espaço galerístico pioneiro no mercado de arte, que durante a vigência do estado novo, permitiu aos artísticas nacionais mostrar as suas criações mais experimentais. Em 1968 integra a “Exposição de Arte Portuguesa”, Fundação Calouste Gulbenkian, Madrid, Paris e Bruxelas. Expõe em diversos Museus: 1971, Hudson River Museum de Nova Iorque; 1979, Museu Vostell, em Malpartida de Cáceres; 1981, Museu de Arte Moderna de São Paulo. Em 1995-96 realiza uma grande exposição antológica no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, apresentando obras representativas de todo o seu percurso artístico.
António Palolo destacou-se desde o início do seu percurso em meados dos anos 60, com uma obra em que a energia criativa e o sentido de experimentação se aliaram a uma apurada sensibilidade pictórica no tratamento da composição, da cor e da luz. Deste artista, conhecido essencialmente pela sua produção em pintura e desenho, permanecem praticamente desconhecidas as experiências cinematográficas que desenvolveu entre 1969 e 1978, assim como as obras em vídeo que realizou. Foi galardoado com vários prémios e está representado em inúmeras coleções públicas e privadas, entre as quais a do MUDAS.Museu. Faleceu com 54 anos.

Créditos: MUDAS. Museu de Arte Contemporânea da Madeira

 

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