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Jorge Molder nasceu em Lisboa no ano de1947. Estudou Filosofia na Universidade de Lisboa e começou a sua carreira artística como fotografo na década de setenta do século passado. Fez parte dos quadros da Fundação Calouste Gulbenkian desde 1990. A 10 de junho de 1992 foi feito Cavaleiro da Ordem do Infante D. Henrique. A partir de 1992 assumiu o cargo de Diretor do Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão. Possui um relevante percurso nacional e internacional como fotógrafo. Foi artista convidado na Bienal de São Paulo de 1994 e representou Portugal na Bienal de Veneza de 1999. Em 2007 ganhou o prémio AICA (Associação Internacional de Críticos de Arte) e em 2010 venceu o Grande Prémio EDP/Arte.
É reconhecido pelas suas fotografias a preto e branco, escuras e enigmáticas que envolvem uma interação por vezes desorientadora para o observador. O negro e a ausência de luz, são o ponto de partida. Da escuridão, do vazio, surge a luz. Com frequência recorre à autorrepresentação como elemento central na sua obra, referindo que “Por vezes para se ver uma coisa melhor é preciso retirar-lhe alguma nitidez. As vezes, a nitidez excessiva contribui para a ocultação de algo e não para a sua revelação.(...)”. Está representado em inúmeras coleções, incluindo a do MUDAS.Museu.

Créditos: MUDAS. Museu de Arte Contemporânea da Madeira

MudasJorgeMolder