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Filipe Moreira Rocha da Silva nasceu em Lisboa, em 1954. Frequentou o curso de direito. Viaja para Paris em 1973, onde frequentou a Sorbonne e a Académie de la Grande Chaumière. Enquanto decorria a Revolução, regressa a Portugal concluindo o curso de Pintura na ESBAL (1980). Trabalhou na “Revista-Arte Opinião”, fazendo outras incursões pelo jornalismo.
Pintor figurativo, há na sua obra um elemento que a marca transversalmente: a multidão ‒ pequenas figuras humanas que povoam as suas telas, uma espécie de “cortina” nebulosa que se sobrepõe à paisagem representada‒ que, como o próprio refere têm a sua génese “no desenho de infância que eu fazia por volta dos quatro anos. (...) repesquei esse tipo de composições em Nova York, porque depois de sair de Florença (...) passei da génese do classicismo para a génese da pintura do fim do século vinte, que é realmente Nova York, uma (...) cidade (...) cheia de informação e de atividade, (...) de multidões de diversas raças. Portanto, uma cidade em que se cruzam diversas etnias, diversas civilizações (...) Devido a essas multidões que se cruzavam naquele espaço, repesquei as minhas imagens de multidão”.

Créditos: MUDAS. Museu de Arte Contemporânea da Madeira

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