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Foi um dos mais importantes fotógrafos amadores da segunda metade do século XIX na Madeira. Em 1862 colaborou, juntamente com Jacinto Hanibal de Freitas, no primeiro jornal ilustrado feito na Madeira, o Aurora de Domingo, onde apresentou “uma vista da parte ocidental do Funchal tirada da Quinta de São João”. A sua colaboração com Jacinto Hanibal de Freitas continuou pelo menos até 1868, gerindo em conjunto o atelier fotográfico situado no mercado de S. João, onde atualmente se encontra o Teatro Baltazar Dias. Este fotógrafo não se limitou unicamente ao campo da fotografia, tendo também se aventurado por outros campos, como o de curtidor, gravador, ourives e produtor de aguardente de cana. Em 1883, no sítio da Cruz de Carvalho, funda uma fábrica de destilação de aguardente de cana-de-açúcar (engenho) nos terrenos anexos à sua casa de residência denominada “Quinta Aluízio”. Esta fábrica está na génese da atual Fábrica de Mel de Cana do Ribeiro Seco. Aluízio César de Bettencourt foi também funcionário público, tendo exercido as funções de desenhador na Direção de Obras Públicas do Distrito do Funchal.
Na plataforma da Direção Regional do Arquivo e Biblioteca da Madeira pode consultar online o dossiê informativo de Aluízio César de Bettencourt
Para consulta online:
 
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