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Coleção do Museu Etnográfico da Madeira. 
Apesar destes acessórios masculinos estarem quase obsoletos, substituídos, em tempos mais modernos, pelos de papel, estes “lenços de assoar” ou “lenços das mãos”, como são conhecidos, foram amplamente utilizados até o século XX e eram, tal como outros acessórios de higiene pessoal, vendidos nas tradicionais mercearias. 
Hoje já são poucos os que fazem uso deste acessório, apesar de, na verdade, ser mais sustentável.
Essenciais para a higiene pessoal serviam, principalmente, para assoar o nariz, mas também para limpar o rosto do suor.Feitos de tecidos finos como o linho ou o algodão eram, tipicamente, de forma quadrada, com bainha, suaves e absorventes, ideais para o rosto, sendo reutilizáveis, laváveis e passíveis de serem guardados no bolso.
Existiam, ainda, os lenços de pano, mais conhecidos como “lenços tabaqueiros”, que estavam ligados ao uso do rapé, também, comum naquela época e que hoje fazem parte de alguns trajes folclóricos.
Estes exemplares, pertencem ao acervo do museu e encontram-se expostos no espaço dedicado ao comércio tradicional.
Identificados como “lenços de homem”, têm ainda registado na embalagem a marca “Silva” e custavam, como comprova a inscrição, a lápis, no verso da caixa, cento e cinquenta escudos.

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