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a saber

 

 

Agenda Cultural

De 14 a 17 de janeiro. No Município de Santa Cruz, a celebração do Natal prolonga-se até às festividades em honra do Senhor Santo Amaro, um evento onde prevalece a tradição de forte cariz...

Dia 17 de janeiro pelas 18h00. Assembleia Legislativa da Madeira. Um concerto imperdível com dois solistas de destaque internacional: Natalia Lomeiko  (violino) e Yuri Zhislin ...

Dias 22 e 23 de janeiro | 20h00. Casa da Cultura de Câmara de Lobos. Direção Artística: Pedro Araújo Santos. Entrada Livre. M/06.  

Dias 15 e 16 de janeiro | 20h00. Casa da Cultura de Câmara de Lobos. Direção Artística: Diogo Pinto. Entrada Livre. M/06.  

Dias 9, 16, 23 e 30 de janeiro | 20h30. Salão Nobre do Conservatório - Escola das Artes da Madeira Eng.º Luíz Peter Clode. Entrada Livre.

Dia 10 de janeiro | 18h00. Capela Princesa D. Maria Amélia | Hospício Av. do Infante, 12, Funchal. Quarteto formado por Natacha Guimarães, Joana Costa, Marta Morera e Jaime Dias. Bilhetes...

Mais Agenda Cultural

 

Notícias

Estão oficialmente abertas as candidaturas para o World Monuments Watch 2027. As candidaturas podem ser submetidas até ao dia 20 de março de 2026, através do seguinte Link O World Monuments...

Edições SRTAC um presente que une gerações. Descontos até 50%  Condições: 10% - 1 edição; 20% - 2 edições; 30% - 3 edições; 40% - 4 edições; 50% - 5 ou mais...

Um dos presépios mais emblemáticos e singulares da Madeira, com mais de 300 figuras esculpidas em madeira de cedro por Francisco Ferreira, o “Caseiro”, pode ser visitado nesta quadra natalícia, no...

O Secretário Regional de Turismo, Ambiente e Cultura, Eduardo Jesus, marcou presença no MUDAS.Museu de Arte Contemporânea da Madeira, na inauguração da exposição "Abismo Adentro / Into the abiss",...

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Atividades

Dia 13 de dezembro |10h00. MUDAS.Museu de Arte Contemporânea da Madeira, Calheta. A palavra móbile designa esculturas compostas por elementos leves, suspensas por fios e em movimento, termo...

Dia 11 de dezembro | 10h00. Galeria da Casa das Mudas - Galeria 2, Calheta. O título da exposição “Fitas”, de Hugo Olim, assume segundo o artista vários significados: “enquanto substantivo, remete...

Dia 11 de dezembro | 11h30. O ciclo de oficinas gastronómicas prossegue no Museu Etnográfico da Madeira e, este mês, destaca um dos pratos mais presentes nas mesas rurais da ilha: a Sopa de...

Dias 18 e 19 de dezembro | 14h00 - 17h00. Casa-Museu Frederico de Freitas. Ateliê de atividades lúdicas e no âmbito das expressões que partindo do acervo do museu explora os usos e...

Mais Atividades

 

 

a descobrir

 

Visitas Virtuais

Projeto mensal de divulgação online, do Museu Etnográfico da Madeira, de diferentes temas da nossa cultura material e imaterial. Ficha técnica: Coordenação: Lídia Góes FerreiraTexto:...

No âmbito da rubrica: “Medicina popular”, o Museu Etnográfico da Madeira, divulga, este mês, as propriedades terapêuticas de um pequeno arbusto: a losna (Artemisia argentea...

Projeto mensal de divulgação online, do Museu Etnográfico da Madeira, de diferentes temas da nossa cultura material e imaterial. Ficha técnica: Coordenação e texto:Lídia Góes...

No âmbito da rubrica: “Medicina Popular”, o Museu Etnográfico da Madeira, divulga as propriedades terapêuticas de uma hortense: A alface (Lactuca sativa L.). A infusão dos seus talos tem um...

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Obras, Artistas e Coleções

Gravura a buril e água-forte. Gravador Francesco Bartolozzi (Italiano, Florença 1728 - Lisboa, 1815), desenhador Carlo Maratta (italiano, Camerano, 1625 – Rome, 1713). Lisboa, 1811. Créditos:...

Atribuído a Giovanni Baptista Salvi, Il Sassoferrato.  (Sassoferrato, 1609 - Roma, 1685). Óleo sobre tela. Itália, séc. 17.  Créditos: Casa-Museu Frederico de Freitas.  

Desenho à pena a tinta sépia e aguada de tinta-da-china sobre papel. Francesco Zuccarelli  (Pitigliano, 1702 - Florença, 1788). Itália, séc. 18.  Créditos: Casa-Museu Frederico de...

Óleo sobre cartão. Paul Kutscha (Checo, Pruchna, 1872-1935). Ca. 1930. Créditos: Casa-Museu Frederico de Freitas  

Mais Obras, Artistas e Coleções

 

 

a conhecer

 

Sabia que (?)

Estas pequenas peças de barro eram usadas para guardar água, mas escondiam um truque engenhoso. O seu interior comunicava-se por canais invisíveis, permitindo encher e despejar sem que se percebesse...

O “mau‑olhado” é um mal atribuído às pessoas ou aos animais, transmitido pela inveja, com ou sem intenção. A inveja feminina é considerada mais poderosa. O homem possui poder de proteção, face ao...

Devido ao isolamento das populações e a falta de cuidados médicos, era comum o povo recorrer às curandeiras para a cura de males, tanto físicos como espirituais. Nestes tratamentos, utilizavam...

Os tremoços são sementes das plantas “fabáceas”, conhecidas como tremoceiros (especialmente “tremoceiro-comum” – “Lupinus albus” L.), pertencentes ao género “Lupinus. Estas plantas são usadas na...

Mais Sabia que (?)

Olhares sobre o passado

Na Freguesia do Monte, Concelho do Funchal. Créditos: Museu de Fotografia da Madeira - Atelier Vicente's.  JOAQUIM AUGUSTO DE SOUSA. 16,5 x 21,6 cm. Negativo em vidro,...

Situado na freguesia de São Martinho, concelho do Funchal. Este cais, que pertenceu à Companhia Wilson & Cº Ltd, foi construído em 1903, com o intuito de comercializar carvão na região. O seu...

Atual vila, freguesia do Porto da Cruz, Concelho de Machico. Créditos: Museu de Fotografia da Madeira - Atelier Vicente's. JOAQUIM AUGUSTO DE SOUSA. 16,5 x 21,6 cm. Negativo em vidro,...

Venda de frutas e legumes no dia 24 de dezembro nas ruas circundantes do Mercado dos Lavradores, Freguesia da Santa Maria Maior, Concelho do Funchal. Entre 1940 e...

Mais olhares sobre o passado

 

QUINTA MAGNOLIA PENSAR ARAGAOA Secretaria Regional de Turismo e Cultura promove na próxima terça-feira, dia 21 de setembro “Serão Performativo(S)”, projeto inserido nas comemorações do centenário do nascimento de António Aragão.

Com curadoria de Carlos Valente, vice-presidente da Faculdade de Artes e Humanidades da Universidade da Madeira, esta iniciativa tem início às 18h e junta diversas artes performativas pelos vários espaços da Quinta Magnólia, salas de exposição, auditório do Centro Cultural, terraço e jardins.

A intervenção, designada por Serão Performativo(s) junta a música, a body art, performance, escultura, poesia entre outras manifestações artísticas.

Assim, o final de tarde inicia-se com a “Sequenza IX per saxofono contralto” - de Luciano Berio, de 1980, numa interpretação de Ana Irene Rodrigues em interação com a escultura de Duarte Encarnação. Seguir-se-á “Figura Poema” de Enzo Minarelli, 1985, um poema fonético, interpretado por Fernanda Martins e vídeo de António Dantas.

No centro cultural irá decorrer também  uma miniconferência sob o tema da Body art, numa performance de Carlos Valente. A leitura de poemas de António Aragão será feita por Fernando Aguiar numa intervenção designada por “Mais exactamente: Aragão”. Na área da poesia interligada com a pintura, o Poema- Objeto “Estamos lixados” numa performance de exterior, por Teresa Jardim.

A iniciativa encerra, pelas 20h, com Isabel Santa Clara numa ação no exterior designada por “Pensar sem Aragão”.

Biografias dos artistas convidados

Ana Irene Rodrigues

Nasceu na Venezuela, em 1986. É docente de saxofone no Conservatório – Escola Profissional de Música da Madeira (CEPAM). Concluiu em 2010 a Licenciatura em saxofone na Escola Superior de Artes de Amsterdão sob orientação de Arno Bornkamp. Possui Mestrado em Ensino da Música: Saxofone e Classe de Conjunto, pelo Instituto Politécnico de Castelo Branco, concluído em 2016. Tem participado em masterclasses com prestigiados saxofonistas desenvolve trabalho de líder, solista, e/ou membro de diversos grupos de música de câmara, participando regularmente em concertos, recitais e projetos artísticos na da Madeira, no Continente e Açores. 

António Dantas

Nasceu na Madeira, em 1954. participou em exposições, antologias e festivais dedicados à poesia visual, à eletrografia e à arte postal. Inicialmente ligado às artes visuais, linguagem que continuará a desenvolver ao longo dos anos, participou em algumas das principais iniciativas da poesia visual portuguesa dos anos 80 e 90. Os seus trabalhos surgem com frequência em exposições e publicações relacionadas com a poesia experimental, copy art e arte postal, realizadas no país e no estrangeiro. Foi cofundador, com António Aragão e Eduardo de Freitas, da Filigrama (mail-art zine) em 1981, assim como da Galeria Porta 33, em 1989.

           

Carlos Valente

Nasceu na Venezuela, em 1964. É Professor Associado da Universidade da Madeira, nas áreas de Estética e História da Arte. É doutorado em Estudos de Arte (2007). Possui também mestrado em História – especialização em História da Arte – pela Universidade da Madeira (1999). Tem organizado colóquios, encontros, ciclos de cinema, exposições e debates, e vem publicando artigos e recensões em revistas de história da arte, de estudos de cinema e de educação artística. Mantém uma prática artística continuada desde 1987, desenvolvendo a linguagem do vídeo e da instalação, e tem exposto em coletivas, ou em parceria com outros artistas, em modo “intruso”; e também em formato individual.

Duarte Encarnação

Nasceu no Funchal, em 1975, e viveu na Venezuela entre 1980/1988. É doutorado em Artes Visuais e Intermédia pela Universidade Politécnica de Valência, Espanha (2010) e exerce a docência na Universidade da Madeira nas áreas de belas-artes/escultura e desenho. No seu trabalho artístico, explora as naturezas distópicas e utópicas da condição humana, focando aspetos de ficção, história e problemáticas associadas ao espaço público/político, num híbrido medial entre escultura, desenho e evocações arquitetónicas. Participa regularmente em coletivas em Portugal e no estrangeiro. Está representado em coleções particulares e no MUDAS - Museu de Arte Contemporanea da Madeira.

Fernanda Martins

Nasceu em 1965. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas. Estudou Piano e Canto no Conservatório de Música. Fez a primeira parte com os Além-Mar, no 1º concerto dos Sétima Legião no Funchal nos anos 80.  Curiosa e mutante. Fez algum teatro. Participou nos eventos Insubmissos (2017/18/19). De resto canta, lê poesia, escreve e perde-se por aí.

Fernando Aguiar

Nasceu em Lisboa, em 1956. É licenciado em Design de Comunicação pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Paralelamente à sua atividade como artista plástico, poeta e performer, Fernando Aguiar organizou festivais, exposições e antologias de poesia experimental, entre os quais Poemografias: Perspectivas da Poesia Visual Portuguesa (1985, com Silvestre Pestana), 1º Festival Internacional de Poesia Viva (1987), Concreta, Visual, Experimental, Poesia Portuguesa 1959-1989 (1989, com Gabriel Rui Silva), Visuelle Poesie Aus Portugal (1990), Poesia Experimental dels 90 (1994) e Imaginários de Ruptura, Poéticas Experimentais (2002). Contribuiu de forma decisiva para a afirmação nacional e internacional da poesia experimental portuguesa.

Isabel Santa Clara

Nasceu no Funchal, em 1951. É Professora Auxiliar da Universidade da Madeira (aposentada). Concluiu o curso de Pintura em 1975 e o doutoramento em 2004, com uma tese acerca da pintura maneirista na ilha da Madeira. Lecionou disciplinas das áreas de artes plásticas, de história da arte e de estudos interartes, na Universidade da Madeira. Tem desenvolvido investigação nestas áreas, apresentada em colóquios e publicada em obras coletivas e revistas especializadas. Organizou também numerosas exposições e como artista plástica tem exposto desde 1973 pintura, desenho, fotografia e instalação. Está representada em diversas coleções particulares e na coleção do MUDAS - Museu de Arte Contemporânea da Madeira. 

Teresa Jardim

Nasceu no Funchal, em 1960. É Licenciada em Artes Plásticas/Pintura e em Design de Projetação Gráfica, pelo ISAPM e ISAD/Universidade da Madeira. Exerço funções docentes em Artes Visuais desde, 1978/79, lecionando atualmente a disciplina de Desenho na Escola Secundária Francisco Franco. Desenvolve prática artística ligada à instalação e poesia experimental, entre outras linguagens. Nas artes plásticas vem desenvolvendo curadoria independente e integrado diversas parcerias desde os anos 80. Em poesia, publicou as obras Anjos de Areia (1993) e Jogos Radicais (2010). Tem também contribuído com textos para diversas revistas, entre as quais Margem, Espaço Arte, Telhados de Vidro e Eufeme, entre outras.

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A Direcção Regional da Cultura (DRC) é um serviço executivo.

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O Arquipélago da Madeira na resenha Histórica.

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