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a saber

 

 

Agenda Cultural

Dia 2 de outubro. A Casa do Povo do Campanário organiza um passeio em todo o terreno pelas zonas altas da freguesia, por forma a dar a conhecer lugares do Campanário que ficam fora do...

Dia 1 de outubro. Na Estalagem da Ponta do Sol. André Henriques é um nome imperdível no panorama da música portuguesa da atualidade. Com uma carreira consistente com a sua...

Dias 1 e 2 de outubro. No Curral das Freiras. Festa de Sâo Rafael - Padroeiro dos Motociclistas. Animação musical a cargo de Miro Freitas e o Trio de Outros Tempos.  

Dias 1 e 2 de outubro. No Largo do Socorro, junto à Igreja de Santa Maria Maior, Funchal. Animação com a Banda Blue Oak, Ventania & Amor, Banda Filarmónica de St. António e Grupo de...

Mais Agenda Cultural

 

Notícias

O Prémio John Dos Passos será entregue a Jacinto Lucas Pires, dia 28 de setembro, no auditório do Centro Cultural John Dos Passos, Ponta do Sol, pelas 17h00, pelo seu romance “Oração a que faltam...

Dia 27 de setembro, celebra-se o Dia Mundial do Turismo. Para assinalar esta efeméride os museus, solares e centros culturais tutelados pela Secretaria Regional de Turismo e Cultura através da...

O Festival Colombo assenta num conjunto de iniciativas de animação turística que retratam a época em que este famoso mercador residiu na ilha do Porto Santo, relembrando as suas vivências no...

No dia 24 de setembro, pelas 21 horas, terá lugar no auditório do MUDAS.Museu de Arte Contemporãnea da Madeira, espaço tutelado pela Secretaria Regional de Turismo e Cultura, através da Direção...

Mais Notícias      

 

Atividades

Dia 1 de outubro |10h30. No MUDAS.Museu de Arte Contemporânea da Madeira. As letras andam por estes dias a saltitar aqui e acolá no exterior do MUDAS.Museu, numa comunhão entre livros e...

Dia 24 de setembro | 10h00 - 12h00. No MUDAS.Museu de Arte Contemporânea da Madeira. Nesta oficina, o museu convida, em espaço público natural, a recordar a prática da apanha de fruta da...

Dia 1 de outubro | 10h00-12h00. No âmbito da Semana da Água na DRABM. Ateliê de artes plásticas, destinado a jovens entre os 10 e os 14 anos. As vagas são limitadas, inscreva-se...

Dia 23 de setembro | 10h30. No jardim do Museu Etnográfico da Madeira. No âmbito das Jornadas Europeias do Património, este ano, subordinadas ao tema “Património Sustentável", os Serviços...

Mais Atividades

 

 

a descobrir

 

Visitas Virtuais

"Atividades lúdicas" é a nova rubrica do Museu Etnográfico da Madeira, com a qual o museu procura divulgar, online, alguns brinquedos de produção industrial ou artesanal, mas também jogos, que...

Tema do mês de setembro do Museu Etnográfico da Madeira. Projeto mensal de divulgação, online, de diferentes temas da nossa cultura material e imaterial. Ficha Técnica:  Coordenação:...

No Solar do Aposento, Ponta Delgada que explorou a exposição de Martha Teles. Regressos… Na sua vasta obra Martha Telles regressa à infância, à adolescência, às suas vivências na Ilha da...

Tema do mês de agosto do Museu Etnográfico da Madeira. Projeto mensal de divulgação, online, de diferentes temas da nossa cultura material e imaterial. Ficha Técnica: Coordenação: Lídia...

Mais Visitas Virtuais

Obras, Artistas e Coleções

Porcelana, decorada com esmaltes da “família verde”. China, dinastia Qing, reinado Kangxi,1662-1722. Créditos: Casa-Museu Frederico de Freitas

Faiança, calibragem. Pilkington's Tile & Pottery Co. Ltd Inglaterra, ca. 1900. Créditos: Casa-Museu Frederico de Freitas

Henry Bowser Wimbush (Middlesex, 1858 - Somerset,1943). Aguarela sobre papel. Portugal, Madeira, ca. 1899. Créditos: Casa-Museu Frederico de Freitas

Faiança, estampagem. Inglaterra, Wedgwood, ca. 1909. Créditos: Casa-Museu Frederico de Freitas

Mais Obras, Artistas e Coleções

 

 

a conhecer

 

Sabia que (?)

Este jogo resume-se a uma corrida, com os indivíduos colocados dentro de sacos ("sacas") de serapilheira. Esta reutilização lúdica dos sacos de serapilheira era mais comum nas famílias mais...

Entre os brinquedos tradicionais mais comuns da nossa Região, encontram-se os chamados “carrinho de cana”. Construídos com os recursos naturais existentes e muita habilidade e imaginação, fazem...

O "borracho" resulta do aproveitamento da pele de cabra que, por ser um material resistente e maleável, adapta-se a contentor de líquidos. Os "borrachos", ou "odres" como são também conhecidos,...

Filho de Cândido Galhardo de Freitas e de Adelaide Augusta da Cunha, nasceu a 15 de dezembro de 1894. Cursou o Liceu do Funchal. Formou-se em Direito, pela Universidade de Coimbra, nos anos de...

Mais Sabia que (?)

Olhares sobre o passado

Na imagem, destaca-se a secagem do “Dalatias licha” (género “Dalatidae”), conhecido localmente como “peixe gata” ou “bacalhau de Câmara de Lobos”. Créditos: Museu de Fotografia da Madeira -...

Na interceção da rua Infante Santo com a avenida do Infante (Funchal) | Década de 80 do século XX. Créditos: Museu de Fotografia da Madeira - Atelier Vicente's. FOTO FIGUEIRAS 6,1 x 9,1 cm |...

[Atelier dos Recusados]. Esta imagem resulta daquilo a que se chama técnica de dupla exposição. Os fotógrafos, nestes casos, utilizavam uma placa de vidro para fazer duas exposições (duas...

O Museu de Fotografia da Madeira – Atelier Vicente’s celebra o Dia Mundial do Turismo, dia 27 de setembro, com entradas livres. Estabelecido pela Organização Mundial do Turismo das Nações...

Mais olhares sobre o passado

 

QUINTA MAGNOLIA PENSAR ARAGAOA Secretaria Regional de Turismo e Cultura promove na próxima terça-feira, dia 21 de setembro “Serão Performativo(S)”, projeto inserido nas comemorações do centenário do nascimento de António Aragão.

Com curadoria de Carlos Valente, vice-presidente da Faculdade de Artes e Humanidades da Universidade da Madeira, esta iniciativa tem início às 18h e junta diversas artes performativas pelos vários espaços da Quinta Magnólia, salas de exposição, auditório do Centro Cultural, terraço e jardins.

A intervenção, designada por Serão Performativo(s) junta a música, a body art, performance, escultura, poesia entre outras manifestações artísticas.

Assim, o final de tarde inicia-se com a “Sequenza IX per saxofono contralto” - de Luciano Berio, de 1980, numa interpretação de Ana Irene Rodrigues em interação com a escultura de Duarte Encarnação. Seguir-se-á “Figura Poema” de Enzo Minarelli, 1985, um poema fonético, interpretado por Fernanda Martins e vídeo de António Dantas.

No centro cultural irá decorrer também  uma miniconferência sob o tema da Body art, numa performance de Carlos Valente. A leitura de poemas de António Aragão será feita por Fernando Aguiar numa intervenção designada por “Mais exactamente: Aragão”. Na área da poesia interligada com a pintura, o Poema- Objeto “Estamos lixados” numa performance de exterior, por Teresa Jardim.

A iniciativa encerra, pelas 20h, com Isabel Santa Clara numa ação no exterior designada por “Pensar sem Aragão”.

Biografias dos artistas convidados

Ana Irene Rodrigues

Nasceu na Venezuela, em 1986. É docente de saxofone no Conservatório – Escola Profissional de Música da Madeira (CEPAM). Concluiu em 2010 a Licenciatura em saxofone na Escola Superior de Artes de Amsterdão sob orientação de Arno Bornkamp. Possui Mestrado em Ensino da Música: Saxofone e Classe de Conjunto, pelo Instituto Politécnico de Castelo Branco, concluído em 2016. Tem participado em masterclasses com prestigiados saxofonistas desenvolve trabalho de líder, solista, e/ou membro de diversos grupos de música de câmara, participando regularmente em concertos, recitais e projetos artísticos na da Madeira, no Continente e Açores. 

António Dantas

Nasceu na Madeira, em 1954. participou em exposições, antologias e festivais dedicados à poesia visual, à eletrografia e à arte postal. Inicialmente ligado às artes visuais, linguagem que continuará a desenvolver ao longo dos anos, participou em algumas das principais iniciativas da poesia visual portuguesa dos anos 80 e 90. Os seus trabalhos surgem com frequência em exposições e publicações relacionadas com a poesia experimental, copy art e arte postal, realizadas no país e no estrangeiro. Foi cofundador, com António Aragão e Eduardo de Freitas, da Filigrama (mail-art zine) em 1981, assim como da Galeria Porta 33, em 1989.

           

Carlos Valente

Nasceu na Venezuela, em 1964. É Professor Associado da Universidade da Madeira, nas áreas de Estética e História da Arte. É doutorado em Estudos de Arte (2007). Possui também mestrado em História – especialização em História da Arte – pela Universidade da Madeira (1999). Tem organizado colóquios, encontros, ciclos de cinema, exposições e debates, e vem publicando artigos e recensões em revistas de história da arte, de estudos de cinema e de educação artística. Mantém uma prática artística continuada desde 1987, desenvolvendo a linguagem do vídeo e da instalação, e tem exposto em coletivas, ou em parceria com outros artistas, em modo “intruso”; e também em formato individual.

Duarte Encarnação

Nasceu no Funchal, em 1975, e viveu na Venezuela entre 1980/1988. É doutorado em Artes Visuais e Intermédia pela Universidade Politécnica de Valência, Espanha (2010) e exerce a docência na Universidade da Madeira nas áreas de belas-artes/escultura e desenho. No seu trabalho artístico, explora as naturezas distópicas e utópicas da condição humana, focando aspetos de ficção, história e problemáticas associadas ao espaço público/político, num híbrido medial entre escultura, desenho e evocações arquitetónicas. Participa regularmente em coletivas em Portugal e no estrangeiro. Está representado em coleções particulares e no MUDAS - Museu de Arte Contemporanea da Madeira.

Fernanda Martins

Nasceu em 1965. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas. Estudou Piano e Canto no Conservatório de Música. Fez a primeira parte com os Além-Mar, no 1º concerto dos Sétima Legião no Funchal nos anos 80.  Curiosa e mutante. Fez algum teatro. Participou nos eventos Insubmissos (2017/18/19). De resto canta, lê poesia, escreve e perde-se por aí.

Fernando Aguiar

Nasceu em Lisboa, em 1956. É licenciado em Design de Comunicação pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Paralelamente à sua atividade como artista plástico, poeta e performer, Fernando Aguiar organizou festivais, exposições e antologias de poesia experimental, entre os quais Poemografias: Perspectivas da Poesia Visual Portuguesa (1985, com Silvestre Pestana), 1º Festival Internacional de Poesia Viva (1987), Concreta, Visual, Experimental, Poesia Portuguesa 1959-1989 (1989, com Gabriel Rui Silva), Visuelle Poesie Aus Portugal (1990), Poesia Experimental dels 90 (1994) e Imaginários de Ruptura, Poéticas Experimentais (2002). Contribuiu de forma decisiva para a afirmação nacional e internacional da poesia experimental portuguesa.

Isabel Santa Clara

Nasceu no Funchal, em 1951. É Professora Auxiliar da Universidade da Madeira (aposentada). Concluiu o curso de Pintura em 1975 e o doutoramento em 2004, com uma tese acerca da pintura maneirista na ilha da Madeira. Lecionou disciplinas das áreas de artes plásticas, de história da arte e de estudos interartes, na Universidade da Madeira. Tem desenvolvido investigação nestas áreas, apresentada em colóquios e publicada em obras coletivas e revistas especializadas. Organizou também numerosas exposições e como artista plástica tem exposto desde 1973 pintura, desenho, fotografia e instalação. Está representada em diversas coleções particulares e na coleção do MUDAS - Museu de Arte Contemporânea da Madeira. 

Teresa Jardim

Nasceu no Funchal, em 1960. É Licenciada em Artes Plásticas/Pintura e em Design de Projetação Gráfica, pelo ISAPM e ISAD/Universidade da Madeira. Exerço funções docentes em Artes Visuais desde, 1978/79, lecionando atualmente a disciplina de Desenho na Escola Secundária Francisco Franco. Desenvolve prática artística ligada à instalação e poesia experimental, entre outras linguagens. Nas artes plásticas vem desenvolvendo curadoria independente e integrado diversas parcerias desde os anos 80. Em poesia, publicou as obras Anjos de Areia (1993) e Jogos Radicais (2010). Tem também contribuído com textos para diversas revistas, entre as quais Margem, Espaço Arte, Telhados de Vidro e Eufeme, entre outras.

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A Direcção Regional da Cultura (DRC) é um serviço executivo.

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